GNR inicia operação Floresta Segura A GNR iniciou, na sexta-feira, a operação Floresta Segura 2015, que tem como principal objectivo patrulhar e vigiar as zonas florestais, prevenindo e detectando incêndios .

Para efectuar a vigilância das florestas, a GNR activou uma rede nacional de postos de vigia, que terá 920 vigilantes contratados, de acordo com um comunicado divulgado este sábado.

A primeira fase de vigilância decorrerá até 30 de Junho e terá 72 postos de vigia a funcionar, cada um com dois vigilantes. Na segunda fase, agendada para de 1 de Julho até 31 de Outubro, haverá 230 postos de vigia com quatro vigilantes cada.

Nas acções de patrulhamento e vigilância estarão ainda envolvidos 574 militares do Grupo de Intervenção de Protecção e Socorro e 948 militares e civis pertencentes ao Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente. Estes militares têm como missões reprimir as actividades ilícitas contra a floresta, validar e medir as áreas ardidas e investigar as causas dos incêndios.

A fase Bravo de combate a incêndios florestais, a segunda mais crítica, arrancou na sexta-feira, numa altura em que o número de fogos já aumentou cinco vezes em comparação com o mesmo período do ano passado. Para a fase Bravo, que se prolonga até 30 de Junho, vão estar mobilizadas, no total, 1.541 equipas, compostas por 6.583 operacionais e 1.541 viaturas, de acordo com o Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais (DECIF) para 2015.

No próximo mês e meio, além dos postos de vigia da responsabilidade da GNR, vão estar também operacionais 34 meios aéreos, os quais vão ser disponibilizados de forma faseada, estando oito já operacionais e aumentando depois até atingirem os 34, a 20 de Junho.

O DECIF para 2015 tem um orçamento de cerca de 80 milhões de euros e foi reforçado com 17 equipas de combate a incêndios florestais e três equipas de intervenção permanente, no distrito de Viana do Castelo.

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