Com 16 novos artistas anunciados, um programa completo para o Dia das Crianças, a aposta na melhor poesia portuguesa a surgir “Debaixo da Língua” e a divulgação do programa da Monstra, aí estão as primeiras notícias da quinta edição do festival O Sol da Caparica, a decorrer entre 16 e 19 de Agosto.

Para já, ascendem a 192 os artistas que passaram já pelo palco d’O Sol da Caparica, nomes emergentes, consagrados e veteranos, oriundos de todos os géneros musicais, de Portugal, mas também do Brasil e dos PALOP, todos com novos trabalhos e a maior parte com espetáculos especialmente desenhados para este festival que está de volta ao concelho de Almada.

Para a quinta edição, que decorrerá entre 16 e 19 de Agosto, O Sol da Caparica começa por revelar um cartaz com a presença de Anselmo Ralph, Calema, Carminho, Carolina Deslandes, Expensive Soul, Filipe Catto, Frankie Chavez, GNR, Jimmy P, Linda Martini, Miguel Araújo, Piruka, Rodrigo Leão, Sara Tavares, Virgul, Wet Bed Gang mas também as Canções da Maria, Rita Guerra ou um novo projeto de Manuel Paulo e João Monge no dia das crianças, que já atrai cerca de 15 mil visitantes

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Poesia no Sol... Debaixo da Língua!

O programa Debaixo da Língua é outra das apostas desta edição d’O Sol da Caparica, isto porque, além da edição do quarto volume de conversas coordenadas por Rui Miguel Abreu, existirão este ano apresentações da Lisbon Poetry Orchestra, projeto de Alexandre Cortez, que une a música com a poesia.

Uma nova parceria com as Edições Valentim de Carvalho  surge a propósito do relançamento de uma série  em CD de importantes poetas da nossa história: "Dizem os Poetas" apresenta cd's de David Mourão-Ferreira, António Gedeão, Sophia de Mello Breyner, Jorge de Sena, Natália Correia, Ary dos Santos, Golgona Anghel, Nuno Moura, Alexandre O’Neill ou Mário Cesariny. “A palavra”, insiste a direcção do festival, “é um dos nossos maiores tesouros”.

O Mar e o Mundo Subaquático são o tema central da imagem produzida por Pedro Lourenço nesta 5ª Edição do Sol da Caparica. Outros tesouros, como a música ou o mar que inspiram a arte de Pedro Lourenço, artista responsável pela imagem do festival, são parte crucial do ADN d’O Sol da Caparica, nomeadamente o Mar que merece toda a atenção e mobilização em sua defesa.

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O Sol da Caparica também é das crianças

Incontornável n’O Sol da Caparica é já a dedicatória feita do último dia aos mais pequenos. Na verdade, já participaram mais de 15 mil crianças e respectivos familiares no último dia do Sol da Caparica, sendo que, este ano, as Canções de Maria, Rita Guerra e um projeto novo a estrear, de Manuel Paulo e João Monge - Pátio das Cantigas,  destacam-se para o palco musical.

Mas a música não é tudo!  A isto adiciona-se um universo de estímulos e brincadeiras feito de insufláveis e pinturas faciais com a Treebo, de oficinas criativas de som e luz com a Turbina, de skate, de casas cheias de histórias, de danças com a Show It e tantas outras coisas, para carimbar no melhor passaporte do mundo!  Para este dia os bilhetes estarão disponíveis para as crianças por dois euros pelo que será de prever que facilmente o espaço irá esgotar.

“O Sol” como marca cultural do concelho

A propósito deste festival, a Presidente da Câmara de Almada, Inês de Medeiros, sublinhou o caráter cultural do mesmo e voltou a chamar a atenção para a relação d’O Sol da Caparica com a língua portuguesa, uma das mais faladas no mundo, apontando também o facto do festival ser uma marca cultural cada vez mais reconhecida.

O Sol da Caparica surge assim como um evento estratégico no desenvolvimento do Programa "Costa todo o ano!", como uma marca de turismo e de dinamização económica, apontado pela autarca como “um grande festival em Portugal e na Área Metropolitana de Lisboa, um festival aberto, generoso a receber e familiar, tal como o concelho!”

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