O festival de Paredes de Coura 2018 encerrou este sábado com a actuação dos canadianos Arcade Fire, um regresso de uma banda que já por ali tinha triunfado no passado e que voltou agora mais velha e mais experiente, mantendo a enorme capacidade e mestria para acordar o público e arrebatar aplausos.

Recordando o 'soul' de Aretha Franklin, falecida na passada quinta-feira, e criticando a "falta de alma" de Donald Trump, esta banda garantiu um concerto "perfeito do primeiro ao último acorde", encerrando da melhor forma a 26ª edição do festival de Paredes de Coura.

"Everithing now" deu o mote para aquele que era o concerto mais aguardado do festival e a verdade é que não desiludiu, com os Arcade Fire a permitir uma excelente prestação para as cerca de 27 mil pessoas que foram à margem do Coa na derradeira noite deste festival.

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Com alguns dos êxitos da banda, dos vários álbuns já editados, Funeral, Neon Bible, Reflektor ou The Suburbs, a banda canadiana permitiu por várias vezes que fosse o público a agarrar a conclusão de alguns temas, permitindo ao vocalista, Win Butle, lembrar que já em 2005, na primeira passagem dos Arcade Fire por Paredes de Coura, a empatia com o público foi de igual modo presente: "Voltamos agora, eramos uns miúdos, estamos mais velhos."

Pela Praia Fluvial do Rio Tabão passaram, entre quinta-feira e domingo, nomes como Pussy Riot, Diiv, Skepta, Slwodive, Dead Combo, Silva, Shame, The legendary Tigerman, Fleet Foxes ou Linda Martini.

fotos: Hugo Martins/Festival Paredes de Coura (©Facebook)

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