Seis clubes ingleses — Arsenal, Chelsea, Liverpool, Manchester City, Manchester United e Tottenham —, três clubes espanhóis — Atlético de Madrid, FC Barcelona e Real Madrid — e igual número de clubes italianos — AC Milan, Inter de Milão e Juventus — apresentaram-se este domingo na condição de clubes fundadores de uma Superliga europeia de futebol, competição de elite que poderá aparecer na condição de concorrente da Liga dos Campeões e em oposição à UEFA que avisou já que os clubes que aceitarem integrar esta competição ficarão excluídas das competições da UEFA e os seus jogadores impedidos de alinhar nas respectivas selecções.

“Doze dos clubes europeus mais importantes anunciam a conclusão de um acordo para a criação de uma nova competição, a Superliga, que será regida pelos seus fundadores”, informam os promotores da iniciativa, em comunicado enviado à AFP.

AC Milan, Arsenal, Atlético de Madrid, Chelsea, FC Barcelona, Inter de Milão, Juventus, Liverpool, Manchester City, Manchester United, Real Madrid e Tottenham, treinado pelo português José Mourinho, “uniram-se na qualidade de clubes fundadores” da Superliga, indica o comunicado.

Resta agora esperar pelas reacções da UEFA após a formalização deste propósito de formar uma Superliga europeia que promete para os clubes que integrarem a nova competição  qualquer coisa como um total de 350 milhões de euros a distribuir pelos participantes.

Clubes como o Bayern de Munique e o Paris Saint-Germain já manifestaram a intenção de recusar qualquer convite para a Superliga, devendo agora ser altura para contar espingardas entre os que vão apoiar esta nova competição e aqueles que irão ficar ao lado da UEFA recusando novos caminhos.

LusoGolo
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