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 0FA9753A vitória por 2-0 do Benfica frente ao Paços de Ferreira deixou, ainda assim, a convicção de que os "encarnados" precisam urgentemente de elevar os níveis de eficácia na finalização , tantas foram as bolas nos ferros da baliza da equipa da Capital do Móvel, bem como outros lances em que os jogadores pacenses ainda puderam evitar mais alguns golos sobre a linha de rede.

Aos 20 minutos, com um remate desferido em zona frontal à grande área com enorme potência e colocação, o argentino Franco Cervi fez o primeiro golo do jogo, permitindo alguma tranquilidade aos 47.309 adeptos nas bancadas. Só que era preciso marcar o segundo golo, até porque nas últimas partidas foi sempre insuficiente ao Benfica sair em vantagem.

Os lances de ataque sucederam-se, ficou claro que, ao contrário do que já aconteceu no passado, desta vez o Benfica até criou oportunidades claras de golo, mas este só apareceu no minuto 60, com Jonas a finalizar um lance iniciado de um pontapé de canto, com Seferovic a fazer um primeiro desvio ao primeiro poste e Jonas, na pequena área, teve tempo para controlar e bater o guarda-redes Mário Felgueiras.

Até ao final o Benfica voltaria a ter algumas oportunidades, o guarda-redes Júlio César, que neste jogo voltou a assumir a tirularidade relegando Bruno Varela para o banco, manteve-se no papel de quase espectador, acabando a equipa da casa por vencer de forma justa com um resultado que fica aquém face ao domínio que conseguiu quase sempre sobre a formação do Paços de Ferreira.

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O treinador pacense, Vasco Seabra, ainda tentou mudar algo na sua equipa chamando a jogo o jovem médio australiano Mabil, ele que conseguiu agitar o jogo e criar alguns lances de interesse mas já quando o Benfica tinha a vitória garantida por 2-0.

Ficam deste jogo as notas positivas para as actuações de Ruben Dias no eixo da defesa ao lado de Luisão, mas também de Grimaldo e Cervi no corredor esquerdo, sem dúvida melhores do que André Almeida e Zivkovic no flanco contrário.

Fejsa, que neste jogo voltou à titularidade, deixou claro ser particularmente influente neste Benfica, permitindo que Pizzi aparecesse mais em missões ofensivas no apoio a Jonas e Seferovic.

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Krovinovic e Jiménez entraram no segundo tempo com tempo para alguns apontamentos interessantes, como aconteceu aliás com o jovem Diogo Gonçalves que por pouco conseguia carimbar a presença neste jogo com um golo que seria de belo efeito, num remate em que a bola foi travada por um defesa central do Paços de Ferreira sobre a linha de baliza.

Sem ter assinado uma exibição fulgurante, o Benfica conseguiu ainda assim com justiça a vitória sobre o Paços de Ferreira, um resultado que poderá permitir maior tranquilidade ao grupo de trabalho às ordens de Rui Vitória que terá agora pela frente a deslocação do terreno do Basileia, na Suíça, em jogo para a Liga dos Campeões em que tem a necessidade de vencer, até tendo em conta a derrota averbada na primeira jornada da fase de grupos desta competição na recepção aos russos do CSKA.

Já o Paços de Ferreira, tendo mostrado apontamentos de qualidade, nomeadamente no segundo tempo, quererá regressar aos bons resultados que assinara nas três últimas jornadas e se possível já no próximo fim-de-semana, na Mata Real na recepção à turma do Moreirense, um adversário tido como "do mesmo campeonato".

texto: Jorge Reis
fotos: Luís Moreira Duarte 

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