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171022-Aves-Benfica-000A introdução do vídeo-árbitro no futebol português promete continuar a provocar polémica atrás de polémica, e em particular no que diz respeito aos jogos dos clubes "grandes" . O último caso aconteceu este domingo em redor do jogo do Benfica na Vila das Aves, frente ao Desportivo das Aves, um jogo em que se perderam as comunicações a partir do relvado com o vídeo-árbitro na última meia-hora do jogo, já depois da equipa da casa ter reduzido a desvantagem então existente de 2-0 para 2-1, “regressando” à discussão da partida com um adversário que teima em não encontrar a tranquilidade que lhe permita os melhores resultados.

Certo é que, sem vídeo-árbitro, o marcador voltou a funcionar, com um golo favorável ao Benfica, conseguido através de uma grande penalidade envolta em polémica por ter sido antecedida de uma falta não assinalada de Jonas sobre Nildo.

A marcha do marcador começou ainda no primeiro tempo, à beira da meia-hora de jogo quando Jonas, na transformação de um castigo máximo, bateu o veterano guardião Quim pela primeira vez neste jogo, fazendo o 0-1 aos 29 minutos, resultado com que viria a ser atingido o intervalo. Na origem da grande penalidade esteve um derrube inequívoco de Washington sobre o jovem Diogo Gonçalves, num lance que não deixou dúvidas a ninguém, nem ao árbitro, da razão para o castigo máximo.

A ganhar o jogo, o Benfica manteve o jogo à sua mercê, entregando a posse de bola ao Desportivo das Aves, convidando-o a subir no terreno e procurando aproveitar os espaços no meio-campo do Aves para as rápidas incursões dos homens mais velozes como o já referido Diogo Gonçalves mas também Sálvio, a servirem Seferovic e Jonas. Lá atrás, na baliza, Svilar voltou a ser titular, respondendo a preceito quando foi chamado a intervir.

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Já no segundo tempo, ao minuto 50, um remate de Jonas foi detido por Quim que, todavia, permite que a bola fique sobre a linha de golo, aparecendo Seferovic a confirmar aquele que foi o segundo golo para o Benfica que passava assim a ficar mais confortável na liderança da partida.

O Desportivo das Aves procurou ainda assim manter-se na luta pelo resultado final deste jogo, e ao minuto 76, na sequência de um pontapé de canto, Defendi apareceu mais rápido do que Seferovic para um cabeceamento com carimbo de golo, sem possibilidade de defesa para o jovem Svilar.

O golo do Desportivo das Aves vinha reabrir a discussão pelo resultado, com a equipa da casa a ver em aberto, pelo menos, a possibilidade de evitar a derrota. Porém, à passagem do minuto 80, nova grande penalidade viria a permitir a Jonas fazer o seu segundo golo e o terceiro para o Benfica, um castigo máximo a castigar uma carga irregular sobre Pizzi, que entretanto entrara no jogo para o lugar de Salvio.

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Esta grande penalidade nem teria assunto se não fosse o facto de antes da bola chegar a Pizzi ter existido uma carga de Jonas sobre Nildo que o árbitro não assinalou, e que o vídeo-árbitro também não pôde apontar por não estarem activas por aquela altura as comunicações com o relvado do recinto em Vila das Aves.

Chamado a converter a grande penalidade, Jonas, que no primeiro castigo máximo quase escorregou devido ao estado do relvado, teve desta feita maior cuidado, batendo o pénalti sem possibilidades de defesa para Quim.

Já depois do líder do campeonato FC Porto ter ganho no sábado frente ao Paços de Ferreira, o Benfica respondeu com a conquista dos três pontos, regressando às vitórias e mantendo desse modo a distância para o líder do campeonato nos cinco pontos.

texto: José Andrade
fotos: reprodução ©Twitter 

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