Um golo de Pizzi, na transformação de uma grande penalidade, ao minuto 33, depois de uma carga cometida pelo jogador Tait à entrada da área de rigor do Rennes, exactamente sobre o capitão dos “encarnados” que foi de imediato confirmada pelo VAR que de imediato deu indicações da necessidade de ser apontado um castigo máximo. Chamado a marcar o castigo máximo, Pizzi colocou a bola junto ao poste direito da baliza de Salin que ainda se esticou mas nada mais conseguiu do acompanhar com os olhos a marcha da bola para o fundo da baliza do Rennes. Este golo veio a permitir ao Benfica chegar ao intervalo com uma justa vantagem no marcador, fruto do futebol mais sólido e pensado que a equipa benfiquista apresentou hoje no relvado da Luz.

Para a segunda metade do jogo, Jorge Jesus apostou em Gabriel para o lugar de Pedrinho, e acabaria por ser Gabriel a conseguiu o 2-0 neste jogo, ao minuto 64'. Pontapé de canto do flanco direito do ataque benfiquista batido por Pizzi ao minuto 64 e Gabriel, bem perto da marca da gradne penalidade, saltou mais alto que todos os demais adversários naquela zona do terreno e com um excelente cabeceamento foi feito o 2-0 e fechava o resultado do jogo de um Benfica claramente superior face a um Rennes que nunca teve condições para jogar de igual para igual frente ao Benfica.

A ganhar por 2-0, o Benfica pôde diminuir a pressão e fazer rodar o seu grupo de trabalho, com Jorge Jesus a chamar a jogo elementos como o lateral esquerdo Grimaldo, ou o ponta-de-lança Darwin Nunez que neste jogo apareceu com o dorsal 9 na camisola. Grimaldo mostrou a Jorge Jesus que já se pode contar com ele, enquanto que Darwin deu conta de alguma habilidade na forma como foi correndo mesmo sem bola, fugindo às marcações e procurando os espaços vazios para receber a bola e criar perigo para as balizas contrárias.

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Mudanças com estreias e regressos

Já sem os principais municiadores do ataque do Benfica em campo, como Pizzi, Everton e Weigl na linha média, sendo agora servido por outros elementos menos rodados como Chiquinho, João Ferreira, Samaris ou Diogo Gonçalves, a verdade é que ainda assim Darwin, que entraram pouco antes por troca com Vinivius, procurou sempre correr em busca dos espaços dando linhas de passe aos seus companheiros e mostrando fome de bom futebol. Não teve tempo para fazer muito, mas o que fez sem dúvida que o fez bem ao ponto de ter estado à beira de conseguir marcar.

No final, em mais um jogo particular sem público nas bancadas do Estádio da Luz, o Benfica acabou por somar nova vitória, a sétima em sete jogos particulares, o que será um bom indicador para o que pretende Jorge Jesus desta sua equipa para a temporada 2020-2021. Viu-se neste jogo um conjunto mais consistente, várias opções para Jesus para as mesmas posições, mas curiosamente apenas um esquema de jogo, o que poderá deixar este Benfica particularmente previsível.

O próximo embate do conjunto às ordens de Jorge Jesus deverá acontecer no próximo dia 15, na Grécia, no terreno do PAOK, onde o Benfica está obrigado a vencer se quiser continuar na próxima temporada a caminho da UEFA Champions League.

Olhando para as duas equipas que evoluíram este sábado no relvado da Luz, o Benfica apresentou o primeiro onze titular: 

BENFICA - Odysseas; Gilberto, André Almeida, Ferro e Nuno Tavares; Weigl e Pizzi; Everton, Pedrinho e Rafa; Vinícius.

RENNES - Salin; Soppy, Damien da Silva, Aguerd e Brassier; Jonas Martin, Bourigeaud, Tait, Del Castillo e Guirassy; Gboho.

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Na equipa do Benfica, em relação à qual o técnico Jorge Jesus só operou alterações no segundo tempo, jogaram ainda; Gabriel por troca com Pedrinho ao 61', e depois Álex Grimaldo, Franco Cervi, Diogo Gonçalves e Darwin, ao minuto 78' permitiram as saídas de Nuno Tavares, Álex Grimaldo, Rafa Silva, Everton e Carlos Vinícius. Antes do final do jogo o Benfica ainda pôde conhecer novos elementos em campo, agora com a chamada de Chiquinho, João Ferreira e Samaris, por troca com Pizzi, Gilberto e Weigl.

O jogo estava resolvido, o resultado estava feito, mas houve ainda oportunidade de dar conta das boas movimentações de Darwin no ataque, mas também de Grimaldo no sector mais recuado dos “encarnados”. Neste jogo, e dos disponíveis para Jorge Jesus, que não pôde contar com elementos determinantes como Ruben Dias, Verthongen, Waaldschmidt e Seferovic, entre outros, apenas não jogaram o central Morato e o avançado Dyego Sousa, num grupo de ttrabalho que volta à actividadeo quanto antes para a preparação do jogo da terceira pré-eliminatória da UEFA Champions League, a disputar com os gregos do PAOK no próximo dia 15 na Grécia.

LusoGolo

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