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Com uma exibição suficiente, o Benfica venceu esta quarta-feira o Paços de Ferreira por 2-0, com golos de Seferovic e João Félix, respectivamente aos 11 e aos 45 minutos. Num jogo em que ficou claro que os "encarnados" ainda estão a “lamber as feridas” depois dos recentes incidentes no Benfica que levaram a que Luís Filipe Vieira tivesse equacionado a saída de Rui Vitória e a posterior confirmação do técnico na continuidade à frente do futebol do clube da Luz, e depois da boa exibição conseguida pelos pupilos de Vitória no jogo do passado fim de semana frente ao Feirense, em que o Benfica conseguiu um claro 4-0, o jogo desta quarta-feira foi claramente de qualidade inferior e, consequentemente, também de rendimento inferior, também afectado pelas mudanças que Rui Vitória impôs na equipa pela necessidade, disse, de dar ritmo competitivo a jogadores menos utilizados.

Em termos de apostas, Rui Vitória operou seis alterações na sua equipa relativamente ao que apresentou no último jogo já referido frente ao Feirense, com a chamada de Svilar para a baliza, mas também de Yuri Ribeiro para o corredor lateral esquerdo, Krovinovic que voltou a ser titular tal como já acontecera frente ao Arouca na Taça de Portugal, e Alfa Semedo que surgiu na posição seis, embora a aparecer muitas vezes como um oito quando teve liberdade para tal.

Quem também voltou à equipa foi o jovem João Félix, no apoio a Seferovic, para uma linha ofensiva completada com Zivkovic, e que deu os frutos traduzidos nos golos do internacional suíço Seferovic e do “miúdo” João Félix. Acabou assim o Benfica por poder jogar com cinco jogadores provenientes dos escalões de formação, facto que Rui Vitória fez questão de frisar no final desta partida.

Com esta formação, e frente ao Paços de Ferreira, um adversário que permitia antever uma tarefa mais facilitada para o Benfica, os "encarnados" chegaram cedo ao golo, por Seferovic aos 11 minutos, mas viria a marcar apenas mais um golo num jogo em que a determinada altura recuou muito no terreno, permitiu espaços à turma pacense, e raramente se viu os jogadores do Benfica a pressionar o possuidor da bola em zonas próximas da baliza adversária, naquilo que actualmente se convencionou falar de pressão alta que o Benfica nunca fez. Talvez por isso, o Paços de Ferreira, que neste jogo apresentou um onze formado por Carlos na posição de guarda-redes, mas também Medeiros, Marcos Valente, Rui Correia e Paulo Henrique na defesa, Andrezinho, Ibrahim, Christian e Vasco Rocha na linha média, e o ataque entregue a Fatai e Tanque, chegou a dar algum trabalho ao jovem guardião Svilar que ainda assim manteve desta feita a sua baliza inviolada.

No segundo tempo, Rui Vitória ainda chamou a jogo o avançado Castillo, aos 60 minutos por troca com Seferovic, mas também Gabriel e Cervi, elementos que pouco mudaram no ritmo do jogo, ainda que Castillo tenha tentado a sua sorte com alguns remates desferidos de fora da área do Paços.

Ao invés, quem não apareceu de todo, nem sequer no banco de suplentes, foi Ferreyra, avançado que claramente não conta para Rui Vitória, mesmo tendo em conta que o treinador do Benfica não deixou de justificar esta ausência pelo facto de ter escalado para este jogo três avançados, um em campo e dois no banco, num plantel que possui quatro avançados e que não podem ser chamados todos eles.

Face a esta vitória que é aquilo que conta para a estatística de uma época, à margem de qualquer interrogação que possa ser mantida sobre a continuidade a prazo de Rui Vitória à frente do comando técnico do Benfica, a turma da Luz acabou por garantir com este resultado uma posição favorável para chegar à “Final Four” desta Taça da Liga, isto porque precisa apenas de pontuar no jogo que ainda tem a disputar com o Desportivo das Aves. Já o Paços de Ferreira, orientado pelo experiente técnico Vítor Oliveira, nada mais lhe resta em termos de ambições nesta competição, restando-lhe disputar o campeonato da II Liga e procurar regressar no final da temporada ao convívio dos “grandes”.

texto: Jorge Reis
fotos: Luís Moreira Duarte

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