João Casanova de AlmeidaO secretário de Estado do Ensino e Administração Escolar, João Casanova de Almeida, garantiu que nenhum professor será colocado a mais de 60 quilómetros da escola onde é efectivo , alterando o que estava definido até agora, que previa que alguns docentes pudessem ser colocados a 200 quilómetros.

“Nenhum professor do quadro de escola ou agrupamento será colocado par além dos 60 quilómetros”, anunciou, esta segunda-feira, João Casanova de Almeida, numa curta conferência de imprensa realizada no Ministério da Educação, onde, durante a manhã, esteve reunido com vários sindicatos independentes e a Fenprof.

Segundo o secretário de Estado, cuja tarde foi reservada para se reunir com a FNE e os restantes sindicatos de professores, o ministério não pode “excepcionar qualquer professor no que toca à requalificação profissional [antiga mobilidade especial] e o horário de 40 horas de trabalho”, no entanto, está a trabalhar no sentido de “criar condições específicas de aplicação destas medidas”.

De acordo com o governante, alargar no tempo a aplicação da mobilidade especial e conseguir “uma contagem diferenciada” para os docentes são duas das propostas que estão em cima da mesa.

João Casanova de Almeida recordou que o aumento de cinco horas por semana no horário de trabalho será reflectido na componente não lectiva e que se mantém a redução da componente lectiva por idade e antiguidade dos professores.

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