TapadaMafraValorizar as valências cultural, ambiental, florestal, cinegética e turística. Esse é o objectivo do plano estratégico da Tapada Nacional de Mafra (TNM) que conta agora com um apoio de peso: a Universidade de Aveiro.

As duas entidades vão aliar esforços no sentido de “criar condições para a auto-sustentabilidade económica do espaço, reduzindo assim a dependência da subsidiarização do Estado, que tem vindo a diminuir nos últimos anos”.

À Universidade de Aveiro cabe a tarefa de prestar apoio nas “áreas do saber”. Desde a biologia às ciências sociais, políticas e do território e ao turismo. Apoio que permitirá à TNM desenvolver e implementar um plano estratégico apoiado em bases científicas.

O projecto ficará a cargo de Carlos Fonseca, investigador do Departamento de Biologia da academia de Aveiro (ao nível da coordenação científica e técnica da execução do protocolo assinado), e de Alda Mesquita, presidente da direcção da TNM.

O protocolo envolve especificamente os departamentos de Biologia, de Ciências Sociais, Políticas e do Território, e de Economia, Gestão e Engenharia Industrial da Universidade de Aveiro. Que, em conjunto com a Tapada de Mafra, permitirá a “a partilha de meios técnicos e infra-estruturas tecnológicas para a realização de trabalhos de investigação, de ensino e de formação de recursos humanos e definição e execução de projectos comuns de investigação e desenvolvimento”.

Mas a Tapada de Mafra não é a única benificiária desta parceria. A Universidade de Aveiro, por seu lado, poderá usar a “TNM como laboratório vivo para a realização de estágios e de teses académicas”.

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