saladeaulaDois concursos extraordinários de colocação de professores para escolas de territórios educativos de intervenção prioritária e para escolas com contratos de autonomia serão lançados ainda esta semana como forma de resolver os problemas sentidos em estabelecimentos de ensino por todo o país.

Em entrevista à SIC Notícias, o secretário de Estado da Administração Escolar, João Casanova de Almeida, falou de concursos de “grande dimensão” e adiantou que devem incluir os 150 docentes que ficaram sem colocação.

Três semanas após o início do ano escolar, persistem os problemas com a colocação de professores. Erros no concurso da Bolsa de Contratação de Escola levaram a um segundo concurso e, consequentemente, por forca da lei, segundo o Ministério da Educação e Ciência, à anulação do primeiro procedimento. Entre estes dois actos administrativos, pelo menos 150 professores ficaram de fora e outros foram deslocados para escolas diferentes e a muitos quilómetros de distância.

Eduardo Lemos preside ao Conselho das Escolas e assegurou, em declarações à RR, que não se lembra de uma abertura de ano lectivo tão atribulada: "Dirijo uma escola há 20 anos e não me lembro de um ano assim tão atribulado. É que ainda nem sei quando vêm os professores todos. E há vários professores que estão a contestar essas colocações".

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